segunda-feira, 17 de junho de 2013

Hoje resolvi postar uma prática que muitas vezes é esquecida por nós educadores, porém para os nossos alunos se tornam essencial, o uso do MATERIAL DOURADO.


Segundo Maia da Secretária de Estado da Educação e Cultura - SEEC:


O uso do Material Dourado na aplicação das técnicas operatórias das operações fundamentais é importante porque as relações numéricas abstratas passam a ter uma imagem concreta, facilitando a compreensão, o desenvolvimento do raciocínio lógico e um aprendizado bem mais agradável. (artigo, p. 1).


Trago este post por experiência própria, nunca tinha me deparado com o material dourado antes da minha faculdade e ao utiliza-lo em um dos meus estágios pude perceber o quanto se torna fácil para os alunos aprenderem a tão assustadora matemática, além do mais podemos utilizar outro recursos como trazer o concreto para o desenho, como na foto, pois nem sempre teremos a quantidade necessária para todos os alunos usufruírem desse material.

sábado, 11 de maio de 2013

Um ideia para trabalhar numerais e suas quantidades de forma prática e atrativa.

 
Material Utilizado:

  • 10 garrafas pets;
  • 55 bolinhas de isopor - 15 mm;
  • Tintas coloridas (eu utilizei tinta de tecido, pois tem mais opções de cores);
  • Tesoura e estilete para fazer a abertura nas garrafas pets 

Para iniciar, recortei uma espécie de janela, para que em cada garrafa contenha a quantidade de bolinha de isopor correspondente ao número indicado, se for dez dentro da garrafa terão dez bolinhas e para diferenciarmos pintamos cada garrafa e suas respectivas bolinhas da mesma cor.





E para finalizar, conforme Lopes e Veiga-Neto (2006)

Aqueles que estão na escola não conseguem passar por ela sem carregar marcas profundas que ela imprime. E ela imprime, naquele que por ela passa, histórias, comportamentos, valores e um tipo de educação que deixa marcas no corpo e na alma. Todos aqueles que passam pela escola são constituídos por discursos que circulam em seu interior. Ninguém passa ileso por ela. (VEIGA-NETO, 2006 p.92)
LOPES, Maura; Neto Alfredo V. Marcadores culturais surdos: quando eles se constituem no espaço escolar.
 Perspectiva, Florianópolis, v 24, n especial, p. 81-100, jul./dez. 2006.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Hoje escolhi postar um trabalho que realizei durante a minha graduação na disciplina de Estimulação Essencial, o objetivo do trabalho era criar um objeto que pudêssemos estimular crianças de 0 a 2 anos. Para isso utilizei um livro elaborado pelo Ministério da Educação "Brincar para Todos" de 2006, na qual escolhi e confeccionei o brinquedo nomeado como o RODÃO.


Material Utilizado:
Rodão:


  • Câmara-de-ar;
  • Tecidos de malha em quatro cores: azul, vermelha, verde e amarelo; outro tecido na cor preta para o revestimento da câmara-de-ar.
  • Almoçada de esponja para a parte inferior do rodão.
  • Três potes de tamanho diferente;
  • Lixa, E. V. A.  peludinho e E. V. A. branco com listras de cola plástica preta.
  • Dentro dos chocalhos foi utilizado arroz, feijão e brita.
  • Outro chocalho de garrafa pet, enfeitada com fitas coloridas com milho dentro.


Chocalhos:


Trabalhando a estimulação:
            Acomodar o bebê dentro do rodão, de forma confortável e segura, ajudá-lo a reconhecer a forma redonda do espaço, as cores do material e sua textura. Prender no rodão os três chocalhos e ajudar o bebê a encontrá-los, possibilitando a exploração e o manuseio dos chocalhos, para que ele possa brincar, bater e perceber os detalhes de forma, cor, textura e tamanho. Fazer o bebê balançar os chocalhos e chamar a atenção para a diferença no som produzido.


            Após deitar o bebê de bruços sobre a lateral do rodão, com a cabeça volta para o interior e os braços livres para brincar.  Colocar objetos dentro do rodão para que o bebê os encontre e possa brincar. Com o auxílio do chocalho de garrafa pet, colocar-se na frente do bebê em posição mais elevada segurando o chocalho em frente ao seu rosto e sempre balançando para atrair o bebê pelo som, deslocando da direita para a esquerda e acima dele, para que ele possa erguer a cabeça e movimentá-la da esquerda para a direita, pois assim irá fortalecer os músculos do pescoço e peito e desenvolvendo o controle cefálico.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Hoje posto uma ideia que tive para realizar o meu estágio de Déficit Cognitvo, juntando a aprendizagem do alfabeto com o incentivo pela leitura. A minha ideia principal era fazer um alfabeto com bolso no qual poderia trabalhar algumas histórias infantis e conforme cada literatura ir trabalhando as letras, porém ao pesquisar encontrei um livro intitulado "O Alfabeto das Fábulas", tendo esse livro resolvi trabalhar em cada letra uma fábula, porém fiz algumas adaptações ao livro, como utilizar outras fábulas. Abaixo algumas ilustrações do livro.



Para construir o alfabeto utilizei feltro, e aqueles plásticos transparentes que compramos em qualquer loja de tecidos, cola quente e letras em e.v.a.. Logo após a leitura e o entendimento da história realizava algumas atividades com a aluna, porém essa ideia já serve como uma hora do conto para ser trabalhando com crianças da educação infantil. A seguir o meu alfabeto e algumas histórias.


Para encerar, pensando o que é a literatura LAJOLO (1986) traz como o

[...] predomínio do visual sobre o verbal, no uso das cores e de todo o requinte da indústria gráfica [...] o poeta desfolha a bandeira e a poesia ressurge e explode ao compasso dos discos e das fitas, no embalo do corpo e da voz que, na canção, recupera a força mágica da linguagem literária, de palavra que instaura seu sentido. E o resto é chegar da viagem, e fechar este livro. E depois abrir outros: livrões e livrinhos, livros e revista, panfletos e jornais. É ouvir música e cantar e seguir novelas, que a festa é de arromba e, já se sabe, o melhor o tempo esconde longe, muito longe, mas bem dentro aqui. (LAJOLO, 1986, p. 95)

LAJOLO, Marisa. O que é literatura. São Paulo: Nova Cultural: Brasilense, 1986.

sábado, 20 de abril de 2013

No nosso cotidiano nos deparamos com situações em que temos de calcular quantidades e valores e pensando nisso criei esse jogo "Futebol Imobiliário" para trabalhar com dois meninos com dificuldades de aprendizagem. O jogo surgiu a partir da minha proposta de trabalhar com o tema "Futebol entre letras e números", assim peguei como exemplo o jogo "Banco Imobiliário" no qual as ruas foram transformadas em times e estádios desses times, por exemplo, Inter e Beira Rio, Grêmio e Olímpico, assim por diante (apenas coloquei times que os alunos citaram no decorrer das intervenções), já os meios de transportes viraram os jogadores de cada time, por exemplo, Neymar do Santos ou Loco Abreu do Botafogo (essas informações usadas em 2011) e utilizei as mesmas regras do jogo real.





"O espaço de jogo é um local que abrange momentos em que as crianças relacionam-se, chegando a uma situação comum, partindo de um conhecimento semelhante e avaliando conjuntamente as situações vivenciadas, realizando atividades que envolvem as vivências, experenciadas anteriormente, como também, as representações e expectativas em relação às outras crianças. (RAMALHO, 2005, p.239)" 
RAMALHO, M. H. S. Os brinquedos enquanto mediadores de atividades significantes para a criança surda no contexto do jogo. In: KREBS R., RODRIGUES D., FREITAS S. Educação inclusiva e necessidades educacionais especiais. Santa Maria, Ed. UFSM, 2005.

sábado, 13 de abril de 2013


Olá pessoal, para que vocês possam me conhecer melhor estou postando esse vídeo que foi o meu primeiro em LIBRAS (por isso não reparem, porque numa parte eu atraso..hehe). No meu curso de graduação tive quatro cadeiras de Língua Brasileira de Sinais e logo me apaixonei por ela, portanto busquei subsídios fora da universidade, como um curso de LIBRAS,  e um dos trabalhos do curso era fazer um vídeo de uma música e aqui está ele para vocês conferirem.